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  • Perguntas Frequentes

    FAQ - Perguntas Frequentes

    Está com dúvidas sobre a utilização de nossos produtos. Verifique em nossa FAQ para ver se encontra uma resposta para solucioná-las.

    • Característica e Uso

      Especificações Técnicas

      • O que significa PEI?
      PEI vem das iniciais de Porcelain Enamel Institute, laboratório criador do método de ensaio que indica um índice de resistência ao desgaste superficial em placas cerâmicas esmaltadas para revestimento (expostas a uma carga abrasiva a um determinado número de giros), tentando simular o trânsito de pessoas. O ensaio na Norma NBR 13818 /97 é denominado “determinação da resistência à abrasão superficial”, e corresponde ao anexo D.

      A norma internacional correspondente é a ISO 10545-7:1996 – Ceramic tiles — Part 7: Determination of resistance to surface abrasion for glazed tiles.

      A classificação é efetuada de acordo com a tabela abaixo:
      O PEI é apenas uma das características importantes na hora de se especificar a placa cerâmica destinada ao uso em PISOS.
      Em condições normais de uso, esta característica vai auxiliar a durabilidade do revestimento cerâmico. A escolha do PEI adequado pode proporcionar ao revestimento cerâmico para piso, vida e beleza por muito tempo.
      Ao contrário, quando se escolhe inadequadamente o PEI, pode-se condenar um produto de alta qualidade a uma vida muito curta.
      Portanto apenas o PEI não é sinônimo de qualidade, mas sim a escolha adequada do produto versus o seu local de aplicação e ao uso que será proposto, permeado por uma manutenção correta, não antes de um correto assentamento por um profissional qualificado.

      Qual a diferença entre via seca e via úmida?
      A diferença entre via seca e via úmida está diretamente relacionada na forma como é preparada a base da placa cerâmica, ou seja, a massa.
      Na via úmida os ingredientes são dosados e adicionada à água a sua mistura.
      Na via seca a matéria prima é essencialmente a argila, cuja composição mineralógica apresenta uma mistura homogênea de diversos minerais que são encontrados abundantemente na natureza.
      Portanto na via seca, economizamos ainda a água, que, aliás, quando utilizada nos processos de esmaltação, ainda é reaproveitada através de um moderno sistema de tratamento.

      O produto fabricado em via seca é inferior ao de via úmida?
      Ao contrário do que pregam alguns fabricantes que utilizam a via úmida, ou massa branca, apenas a base tecnicamente, não influencia na qualidade final do produto.
      A base influencia diretamente sim, na absorção de água e na resistência mecânica, assim como favorece um processo mais estável e fácil de controlar, embora mais custosa.
      A base vermelha da via seca exige um maior avanço tecnológico em seu processo de fabricação, tanto das máquinas, como dos processos, pois utiliza apenas matérias primas naturais, que devido às variações naturais são imprevisíveis.
      A Cerâmica Almeida utiliza os mais modernos equipamentos disponíveis no mundo moderno, e possui certificados pelas Normas NBR 13818/97 e NBR ISO 9001/2000.

      Porque o produto fabricado por via seca tem a base vermelha?
      Isso se deve as argilas e está relacionado à presença de óxido de ferro em sua composição, que faz com que a peça queimada tenha uma cor avermelhada.

      O que significa grupo BIIb, que aparece nas embalagens, site e catálogos?
      A classificação dos grupos está definida na Norma NBR 13817/1997 – Placas cerâmicas para revestimento – Classificação e na norma internacional correspondente ISO 13.006 /1998, onde ambas utilizam os mesmos critérios e definem a mesma classificação, onde a única diferença é a forma de grafar, a saber, BIIb na norma brasileira e BIIb na norma internacional, apenas citando esse exemplo.
      O primeiro caractere, o B, vem do método de fabricação, que são três:
      • A – extrudadas;
      • B – prensadas;
      • C – produzidas por outros processos.
      O IIb vem dos grupos de absorção:
      • Ia – Absorção entre 0 % e 0,5 %.
      • Ib – Absorção entre 0,5 % e 3,0 %.
      • IIa – Absorção entre 3,0 % e 6,0 %.
      • IIb – Absorção entre 6 % e 10 %.
      • III – Acima de 10 %.
      Portanto, produtos pertencentes ao grupo BIIb, são prensados e tem absorção entre 6,0 % e 10 %.

      Onde é definido o termo grês e outros da mesma família?
      O termo grês e seus familiares (semi-grês, poroso, semi-poroso, grês-porcelanato), não encontram suporte em nenhuma norma nacional ou internacional e são utilizados comercialmente por algumas empresas, ou seja, são informais. A Norma Brasileira NBR 13817/97 – Placas cerâmicas para revestimento – Classificação, classifica as placas cerâmicas por:
      • a) Esmaltadas e não esmaltadas;
      • b) Métodos de fabricação (por exemplo: prensado, extrudado e outros);
      • c) Grupos de absorção de água;
      • d) Classes de resistência ao manchamento;
      • e) Classes de resistência ao ataque de agentes químicos, segundo diferentes níveis de concentração;
      • f) Aspecto superficial ou análise visual.

      E o termo GL que também aparece nas embalagens?
      O termo GL também é normativo e definido pela norma NBR 13817/97 – Placas cerâmicas para revestimento – Classificação, que classifica as placas cerâmicas por esmaltadas e não esmaltadas.
      O GL vem do inglês Glazed (esmaltada), que é nosso caso, já para as placas cerâmicas não esmaltadas, o termo é Unglazed (não esmaltada), ou UGL.

      O que é bitola e como é feita essa classificação?
      A bitola tem a ver com as dimensões da placa cerâmica.
      A Norma NBR 13818/97 define o ensaio dimensional no anexo S – Determinação das dimensões, da retitude dos lados, da ortogonalidade dos lados, da curvatura central, da curvatura lateral e do empeno, cujo correspondente internacional é a ISO 10545-2:1995 – Determination of dimensions and surface quality.
      As tolerâncias dimensionais para cada grupo de absorção são definidas na Norma NBR 13818/97 no anexo T, no nosso caso especificamente, para ser mais minucioso, no quadro IX.
      Na norma internacional, as tolerâncias são definidas na ISO 13006:98.
      Abaixo a tolerância de comprimento e largura da placa cerâmica, permitidos por essas normas para o nosso grupo de absorção:
      Desvio de r em relação a W + 0,6 %
      Explicando:
      r – é a média individual de cada placa quadrada e médias individuais de comprimento e largura de cada placa retangular.
      W – dimensão de referência, indicada pelo fabricante.

      Exemplificando:
      Digamos que um produto 45 x 45 tenha a dimensão de fabricação de 447,5 mm x 447,5 mm.
      Portanto W é 447,5 mm. A norma permitindo uma variação entre + 0,6 % e – 0,6 %, ou seja multiplicando W ou 447,5 mm por esses valores, chegamos a -2,685 mm e +2,685 mm.


      Então temos a seguinte escala entre o limite mínimo, a dimensão de fabricação e o limite máximo:


      No nosso caso, dividimos em três bitolas, seguindo ainda, o exemplo acima, fica assim: Como a diferença entre o limite mínimo e o limite máximo é grande (5,37 mm), o fabricante divide essa variação em medidas menores, que são as bitolas.
      Uma dica muito importante, constante em nossas embalagens é de verificar se o lote comprado tem as mesmas indicações de bitola, tonalidade e qualidade.
      Em caso de reposição, esse esmero tem que ser ainda maior, pois assentar produtos com bitolas diferentes, mesmo utilizando a junta especificada na embalagem não permite um resultado aceitável esteticamente.

      O que é tonalidade?
      O processo cerâmico, por utilizar apenas matérias-primas naturais, que inclusive variam com a própria instabilidade do clima, gera variações de cores que são os tons ou a tonalidade, propriamente dita.
      A classificação por tonalidade é a separação em lotes com tons iguais ou muito próximos dependendo da textura e do próprio processo de fabricação da referência a que pertence esse grupo.

      Um exemplo de classificação tonal:
      Padrão central = Ton. 30 Tonalidades mais claras: 29,28… Tonalidades mais escuras: 31, 32,…
      Reforçando a dica citada no caso da bitola, que é constante em nossas embalagens, é necessário verificar se o lote comprado tem as mesmas indicações de bitola, tonalidade e qualidade. Em caso de reposição, caso o cliente não tenha comprado o excedente que nós indicamos em nossas embalagens, é necessário comprar o produto da mesma qualidade, bitola e tonalidade e se possível de data de fabricação próxima ao lote anterior.

      Devo mesmo fazer a verificação ao receber as placas cerâmicas?
      Deve sim, e pelos seguintes motivos:
      – Os produtos podem ser danificados no transporte. Nesse caso entre em contato imediatamente com a loja e comunique o ocorrido.
      – Você está recebendo o que comprou de fato? Você deve conferir se o produto pertence à classe adquirida, A, B ou C e se os dados de bitola e tonalidade são os mesmos em todo o lote. Caso haja mistura de classe, bitola ou tonalidade, não instale as placas cerâmicas, entre em contato com o seu fornecedor e exija a troca de todo o lote por um que seja homogêneo.

      Como faço essa verificação?
      Ao receber as placas cerâmicas, verifique se todas embalagens contém os mesmos códigos de tonalidade, qualidade, tamanho e verifique a conformidade do produto retirando peças aleatoriamente de embalagens diferentes e montando um painel no chão. Em seguida com luminosidade adequada, observe a uma distância de 1 m, se as placas apresentam defeitos aparentes, como diferenças de tonalidade (peças não uniformes), defeitos visuais (trincas, desbocados) e diferenças geométricas.
      (esquadro, tamanho). Separe as peças com pequenos defeitos para acabamentos.

      Devo tomar algum cuidado no armazenamento da placa cerâmica?
      Sim. As caixas devem ser estocadas em locais planos e firmes, protegidos do sol, da chuva e de fontes de umidade.

      O que é eflorescência e como evitá-la?
      A eflorescência é o acúmulo de sais existentes na base e só aparece caso haja alguma infiltração no local. Para evitar a eflorescência basta seguir as recomendações das normas de assentamento e de nossas embalagens, as principais são: Antes do assentamento das placas cerâmicas, verifique se a base, ou seja, a alvenaria / emboço ou o contra-piso está: – alinhada, plana, no prumo, com a superfície áspera, limpa e isenta de graxas, ceras, etc; – curada, se a base for nova (a cura mínima é de 14 dias para o emboço ou o contra-piso e 28 dias no caso do concreto); – livre de fontes de umidade e impermeabilizada, quando necessário como no box de banheiro e áreas externas.

      A placa cerâmica de primeira qualidade pode trincar ou lascar depois de assentada?
      Sim. E na maioria dos casos, não é defeito da placa cerâmica, mesmo de primeira qualidade ou classe A.
      As causas mais comuns de trincas ou lançamentos em placas cerâmicas são:
      • Queda comum de objetos pesados ou pontiagudos, que danificam a superfície da placa (composta por esmaltes e materiais vidrados );
      • Má qualidade no assentamento e não observação da norma NBR 13753:1996 ;
      • Liberação do tráfego antes do período de setes dias após o término da obra.

      Para prevenir esses erros recomendamos:
      • Fazer o assentamento do piso por último, ou seja, após já ter feito o assentamento das placas na parede, pintura e acabamentos;
      • Utilizar o método de dupla colagem no assentamento das placas, não deixando espaços vazios, os famosos ocos, que colaboram para o aparecimento das trincas;
      • Fazer o assentamento sempre de dentro para fora;
      • Liberar o tráfego no local apenas sete dias após o término da obra, após três dias, apenas se necessário, ou no processo de rejuntamento, mas apenas utilizando-se pranchas largas de madeira para transitar sobre o piso;
      • Evitar a queda frequente de objetos pesados ou pontiagudos, inclusive utilizando tapetes ou carpetes próximos a locais críticos como pias, geladeiras e armários, que auxiliam amortizando o impacto sobre a placa cerâmica.

      Existe placa cerâmica antiderrapante?
      Não existe. A Norma 13818/97 no anexo N – Determinação do coeficiente de atrito, define o método de ensaio e como deve ser a expressão dos resultados.
      O ensaio do coeficiente de atrito define o nível de aderência do produto e é realizado apenas para placas cerâmicas especificadas para aplicação em pisos ou pavimentos.

      A classificação após a realização do ensaio, definida pela norma é a seguinte:
      <0,4: Satisfatório para instalações normais.
      >0,4: Recomendado para uso onde se quer resistência ao escorregamento.
      Como pode se ver o ensaio não cita o termo antiderrapante. Produtos com granilha são recomendados para áreas externas, mas não garantem o que definimos como “situação antiderrapante”, que depende de vários fatores como o solado do calçado, o grau de inclinação do local onde o produto vai ser assentado, e de qualquer material que esteja entre a placa cerâmica e o solado do calçado, como graxas, óleos, sujeiras, terra, etc… e a própria prudência no trânsito no local, principalmente em caso de chuvas ou de o produto estar molhado por qualquer outro fator.
      Caso algum fabricante declare que o seu produto é antiderrapante, este deve se encontrar classificado como >0,4 e deve ter essa classificação visível na embalagem do produto.
      Em nosso caso, declaramos em nossas embalagens que nossos produtos não são antiderrapantes, pois como já foi explicado acima, não queremos induzir nossos clientes ao erro, e muito menos ao risco de acidentes que causem prejuízo a sua integridade física .
      Portanto, as placas cerâmicas com maior resistência ao escorregamento ou granilhadas, devem ser aplicadas em áreas externas, observando – se as recomendações acima citadas, e evitando a situação de aplicar em áreas inclinadas, principalmente em áreas sujeitas a trânsito de veículos.

      Em caso de reclamações, existe um prazo limite?
      A Lei n. 8.078, de 11/09/199 (Código de Defesa do Consumidor) define duas situações distintas:
      • a) Defeitos aparentes: podem ser reclamados até 90 dias após a compra, portanto guarde bem a sua nota fiscal;
      • b) Defeitos ocultos: são aqueles que aparecem apenas após o uso, e devem ser reclamados assim que aparecem.

      Em nossas embalagens informamos as duas situações e, além disso, preventivamente, explicamos como deve ser a inspeção do produto no recebimento e como o cliente deve agir em virtude de produto com defeito acima da tolerância normativa, que recomendamos não assentar a fim de evitar prejuízos, pois apenas placas cerâmicas com defeitos podem ser trocadas, excetuando-se mão de obra e materiais auxiliares.
      É imprescindível, portanto, além de observar as nossas instruções das embalagens, contratar profissional qualificado e observar as normas de assentamento.

      Em caso de reclamação, em quanto tempo sou atendido?
      A Lei n. 8.078, de 11/09/199 (Código de Defesa do Consumidor) define o prazo máximo de trinta dias, mas a nossa meta é atender o mais rápido possível, falando-se da resposta, já que o atendimento é imediato.
      O que compromete o tempo de resposta são os seguintes fatores:
      • a) precisamos de visita de nosso pessoal para colher amostras, fotos e dados para o relatório;
      • b) em alguns casos, necessitamos de ensaios em laboratórios terceirizados e neutros;
      • c) o tempo decorrente da chegada da amostra e o tempo do ensaio propriamente dito.
      Respeitamos muitos nossos clientes e nos esforçamos para que o atendimento e a resposta seja a mais rápida possível, independentemente de ser procedente ou improcedente.

      Qual a causa do descolamento das placas cerâmicas?
      As causas possíveis são:
      • a) expansão por umidade da placa cerâmica acima do acordado na Norma NBR 13818/97, esse, aliás, o único caso em que a placa seria a causa do problema e é também a possibilidade mais remota, pois hoje nossos produtos trabalham muito abaixo desse limite;
      • b) ausência de rejuntamento;
      • c) assentamento executado sem o método de dupla colagem;
      • d) base irregular, com sujeiras, graxas ou por desnível;
      • e) ausência de juntas estruturais, de movimentação ou de dessolidarização;
      • f) presença de infiltração ou de umidade excessiva;
      • g) falta de aderência da própria argamassa, ou utilização de argamassa caseira;
      • h) utilização de argamassa incorreta, como por exemplo, assentar as placas cerâmicas com argamassa colante AC-I especificada para paredes e pisos internos em pisos externos e calçadas, que devem utilizar argamassa AC-II.
      • i) não obediência às instruções do fabricante de argamassa, como tempo em aberto, armazenagem, data de validade e instruções para o preparo.

      O que é ataque químico?
      O ataque químico é a danificação da camada esmaltada da placa cerâmica, em virtude do uso de produto de limpeza não recomendado pelo fabricante ou por queda acidental de produtos químicos na placa cerâmica.
      Em nossos catálogos informamos que nossas placas cerâmicas tem a resistência da superfície classificada como GLB para ácidos e álcalis de baixa concentração, ou seja apenas podem ser utilizados produtos de limpeza com baixa concentração.
      Explicando melhor, o G vem do inglês Glazed (esmaltado), o L de Low ( baixa ) e o B , que é a classe de resistência química, que pode ser A, B ou C.
      Portanto, informamos a classificação dos nossos produtos quanto a resistência química, ensaiamos frequentemente em nosso laboratório interno e semanalmente em laboratório credenciado pelo INMETRO, segundo o ensaio definido no anexo H da norma NBR 13818/97 e informamos ao consumidor que para limpeza de nossos produtos deve-se utilizar por segurança água e sabão neutro e jamais ácido, qualquer que seja.
      Podemos declarar com total segurança, que qualquer ataque químico em nossas placas cerâmicas, só pode ocorrer em decorrência da desobediência das orientações especificadas em nossas embalagens, catálogos e nesse site.

      Posso utilizar as placas cerâmicas em fachadas, saunas ou piscinas?
      Não. O nosso escopo de certificação é apenas de placas cerâmicas indicadas para uso em paredes internas e pisos internos.
      Essa informação está também em nossas embalagens, e tem a finalidade de orientar o consumidor e evitar danos materiais ou à integridade física dos usuários, como é o caso de uma placa poder se soltar de uma fachada.

      Qual o critério de classificação das placas cerâmicas quanto à qualidade?
      Os critérios são os seguintes:
      • Qualidade A (Extra): O produto pertence à qualidade A quando o observador, à distância de 1 m da face de peça, não verificar defeito algum. Permite-se, no máximo, 5 % de peças com pequenos defeitos ou variação de tonalidade no lote.
      • Qualidade B (Comercial): O produto pertence a qualidade B quando o observador, à distância de 1 m da face de peça, observar defeitos que a 3 metros não foram observados. Podem apresentar diferenças de tonalidade e tamanho. Podem apresentar deformações maiores (empeno, curvatura, etc…).
      • Qualidade C (Caco): São produtos que apresentam grandes defeitos, geralmente visíveis a uma distância de 3 metros. Não possuem separação de tamanho e tonalidade e podem apresentar grandes deformações (empeno, curvatura, etc…). Vale lembrar, que o ensaio visual é realizado em nossa fábrica em procedimento interno baseado no Anexo A da Norma NBR 13818/97 – Análise visual do aspecto superficial, que no Anexo T, quadro IX , define a tolerância para o aspecto visual em > 95 %, ou seja , o produto de qualidade A , pode ter até 5% de defeitos. As possíveis placas com pequenos defeitos que podem ser encontradas nos lotes podem ser utilizadas para recortes.
      Muito importante lembrar que apenas os produtos de classe A (extra ) são certificados e devem estar em concordância com a Norma NBR 13818/97.
      Produtos de classe B (Comercial) e C (Caco) não são amostrados em ensaios da Norma NBR 13818/97 e não são amostrados pelo Órgão Certificador.

      Qual a importância de informações como bitola, tonalidade, data de fabricação, PEI, referência, hora?
      É de extrema importância salvaguardar essas informações pelos seguintes motivos:
      • Em caso de reposição, o produto deve ter a mesma referência, bitola, classificação e tonalidade;
      • Em caso de reclamações, essas informações são importantes para identificar o lote, e para a rastreabilidade no nosso estoque;
      • Em caso de utilizar assentamento em xadrez, os dois produtos devem ter o mesmo código de bitola e PEI compatível com a utilização a que se propõe.

      Classificação Tonal
      Algumas referências têm variações propositais de tons e de desenhos (por exemplo os produtos decorados com a impressora rotativa – Rotocolor). Produtos com decoração HD podem ser compostos de várias faces, onde as peças são propositalmente diferentes para simular o efeito de pedra, madeira, mármore ou de qualquer superfície natural, por isso no assentamento não organize as faces, assente de forma aleatória. Para mais informações verifique a classificação tonal do produto através dos padrões V1 a V4.


    • Dicas

      Como realizar a limpeza e a manutenção diária dos revestimentos cerâmicos?

      Visando a melhor conservação recomendamos a utilização de água com detergentes neutros ou produtos de limpeza leves que não contenham ácidos, podendo ser utilizado também produtos á base de cloro, como por exemplo a água sanitária.


      Como calcular quantidade de piso para uma casa?

      A colocação de pisos em uma casa em um processo que faz parte do chamado acabamento e nesta etapa normalmente aplica se também o revestimento nas paredes, especialmente em cômodos como a cozinha, banheiros e lavanderia. É uma das últimas etapas do processo de construção e uma das dúvidas que uma pessoa pode ter é a quantidade de pisos que precisará comprar para colocar em uma casa, ou seja, como calcular a quantidade de piso que será colocado nos cômodos de uma casa?

      Colocação diagonal ou reta?
      Para responder a esta pergunta a primeira coisa que precisamos saber se a colocação do piso será feita de forma de diagonal rua reta, pois isto impacta de forma diferente na quantidade pisos que você irá precisar.
      Na colocação diagonal usam mais pisos uma vez que há necessidade de fazer muitos cortes e acaba perdendo uma quantidade de peças muito maior do que no caso da colocação reta.

      10% a 30% a mais
      Normalmente a recomendação é que você compre em média 10% a mais para casos de colocação de forma reta e até 30% dos casos de diagonal. Neste caso de seus percentuais devem ser aplicados em relação a metragem quadrada da casa ou dos cômodos onde você pretende colocar piso. (Veja aqui a diferença entre metro quadrado e metro linear). Então se sua casa tem 100 metros quadrados e você pretende colocar piso de forma reta, você deveria comprar 110 metros de piso. Neste caso está incluso a questão do rodapé que pode variar um pouco de casa para casa, dependendo da quantidade de parede que existe na casa. Por isso que os valores acima mostrados são aproximados, pois dependendo do caso você poderia gastar até mais que isso dependendo da quantidade de rodapés o corte de piso que for necessário fazer.

      Revestimento
      No caso do revestimento não existe rodapé, mas ainda assim você poderá manter também uma média de 10% a mais em relação a metragem quadrada das paredes, isto acontece porque certamente haverá bastante corte de piso em função das janelas eu outras partes. Quando ocorrem os cortes nem sempre as partes resultantes são aproveitadas é por isso existe um percentual de perda.

      Converse com o pedreiro
      O correto antes de fazer a compra e conversar com pedreiro para definir estratégia de colocação do piso, o cálculo correto do ambiente onde você pretende colocar e a definição do excedente que você precisa para comprar em relação à metragem quadrada do ambiente.


      Fonte:www.casadicas.com.br


    • Cerâmica HD

      Definição impressão Digital HD em placas cerâmicas.

      Através de uma impressora digital com qualidade fotográfica, possibilita reprodução de formas extremamente perfeitas como: mármores, pedras, madeiras, papéis de parede, etc.

      Principais diferenças entre os métodos de serigrafia tradicional e serigrafia digital em HD.
      Os dois métodos das serigrafias tradicionais, que são por Rotocolor e Silk Scream, possuem uma definição de aproximadamente 70 dpi, enquanto o método de impressão digital fornece uma resolução de 220×720 dpi, agregando vantagens de personalização do projeto, combinações de vários tipos de desenhos na mesma peça (ex.: madeira com pedra), decoração de baixo e alto relevo com a mesma definição, decoração de toda superfície da peça inclusive as bordas, etc.

      Vantagens de um revestimento cerâmico com tecnologia de impressão digital HD.

      A impressão digital desenvolve nos revestimentos realismo dos desenhos com cores vibrantes com alta definição e com efeitos em 3D.

      Produtos com tecnologia de impressão digital, apresentam faces diferentes entre as peças.
      Esta tecnologia proporcionam um diferencial entre as placas que são faces ilimitadas, ou seja, os produtos apresentam alterações em suas imagens em busca da reprodução idêntica ao natural, como exemplo madeiras, mármores e granitos, gerando uma harmonia perfeita do plano de assentamento.

      Vantagens técnicas em um produtos com impressão Digital HD.
      Os produtos com esta tecnologia apresentam vantagens como:
      – Perfeita cobertura dos desenhos.
      – Alta resolução dos desenhos.
      – Impressão nas bordas e relevos.
      – Controle na variação de tonalidade.
      – Lotes de produtos mais uniformes.


    • Cerâmica

      Normas de Assentamento

      NBR 7200: 1982 – Revestimentos de paredes e tetos com argamassas. Materiais, preparo, aplicação e manutenção. Procedimento.
      NBR 8214: 1983 – Assentamento de Azulejos. Procedimento.
      NBR 9817: 1987- Execução de Piso com revestimento cerâmico. Procedimento.
      NBR 13753: 1996- Revestimento de paredes internas com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante. Procedimento.
      NBR 13754: 1998- Revestimento de paredes internas com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante. Procedimento.
      NBR 14081: 1998- Argamassa colante industrializada para assentamento de placas cerâmicas. Especificação.
      NBR 14992: 2003- A. R. Argamassa à base de cimento Portland para rejuntamento de placas cerâmicas – Requisitos e métodos de ensaios.

      Fonte: www.abnt.org.br

      Existem normas para assentamento? Onde as encontro?
      Existem sim e são as seguintes:
      NBR 13753 – Revestimento de piso interno ou externo com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante – Procedimento.
      NBR 13754 – Revestimento de paredes internas com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante – Procedimento.
      NBR 14081 a NBR 14086 – Normas de argamassa.
      Existe ainda a NBR 13755 – Revestimento de paredes externas e fachadas com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante – Procedimento não citado nas embalagens e publicações da Cedasa, pois não fabricamos placas cerâmicas para paredes externas ou fachadas.
      Essas normas podem ser compradas via internet no site da ABNT, mais informações pelo fone (011) 3017-3600. O endereço para correspondência é Rua Minas Gerais, 190 – Higienópolis – São Paulo – SP – CEP: 01244-010.

      Existe algum cuidado que deve ser tomado ao assentar dois produtos em xadrez?
      São dois cuidados muito importantes:
      – O tamanho, que é a bitola, e deve ser o mesmo nos dois produtos escolhidos;
      – O PEI de ambos os produtos, que deve ser compatível com o ambiente e com o uso proposto.

      Qual argamassa devo utilizar?
      Utilize argamassa colante AC I para paredes e pisos internos e AC II, para pisos externos e calçadas, jamais utilize misturas caseiras, pois elas não produzem a aderência necessária entre a peça e a base.
      A aplicação da argamassa deve ser feita pelo método de dupla colagem (ou dupla camada), ou seja, espalhar a argamassa no verso da placa e na base. Utilize desempenadeira dentada de 8 mm x 8 mm x 8 mm.
      Antes de utilizar a argamassa, leia todas as instruções do fabricante, principalmente sobre armazenagem, tempo em aberto, data de validade e instruções para o preparo.
      O mesmo cuidado vale para o rejunte que vai ser utilizado.

      O assentamento por dupla colagem é normativo ou apenas uma sugestão?
      É normativo. As normas de assentamento NBR 13753:1996 e 13754:1996 estipulam que placas cerâmicas com área igual ou superior a 900 cm2, devem ser assentadas pelo método dupla colagem e utilizando-se desempenadeira dentada de 8 mm x 8 mm x 8 mm.
      Uma dica importante, é que quando os dentes da desempenadeira se desgastarem em 1 mm na altura, eles deverão ser refeitos com uma lima, ou a desempenadeira deverá ser substituída por uma nova.

      O que é junta de assentamento? E qual a sua função?
      A junta de assentamento conforme definição das normas NBR 13753 e NBR 13754 é o espaço regular entre duas placas cerâmicas adjacentes.
      A junta de assentamento tem as seguintes funções:
      a) Compensar a variação de bitola das placas cerâmicas, facilitando o assentamento;
      b) Atender a estética, harmonizando o tamanho das placas e dimensões do pano a revestir com a largura das juntas entre as placas cerâmicas;
      c) Oferecer relativo poder de acomodação às movimentações da base e das placas cerâmicas;
      d) Facilitar o perfeito preenchimento, garantindo a completa vedação da junta;
      e) Facilitar a troca das placas cerâmicas.

      Preciso molhar as placas cerâmicas antes de assentar?
      Aquele conhecido processo de deixar as placas cerâmicas “de molho”, ou imersas em um tambor, que era um recurso muito utilizado por assentadores, não é mais necessário, nem tampouco aconselhável.
      A norma de assentamento NBR 13753 no tópico 4.2.1.a, declara que na verificação executada antes do assentamento as placas cerâmicas devem estar secas e no tópico 4.5.7 que as placas cerâmicas devem ser assentadas a seco.
      Molhar as placas cerâmicas é um artifício que não vai trazer nenhum benefício para a obra, pelo contrário, vai gerar mais trabalho e prejudicar o resultado final, além de contribuir para possíveis problemas oriundos da umidade excessiva.

      Após o término do assentamento, já posso fazer a ocupação?
      Não pode fazer a ocupação. O revestimento só pode ser exposto ao tráfego depois de sete dias do término da obra e em caso de trânsito de veículos, o prazo sobe para doze dias.
      Esta afirmação está baseada no tópico 5.9.1 da norma NBR 13753:1996.

      É importante utilizar a junta de assentamento especificada na embalagem?
      É importante e imprescindível utilizar a junta de assentamento especificada na embalagem da placa cerâmica, pois a sua não utilização além de prejudicar a qualidade estética da obra , pode gerar danos irreversíveis a placa cerâmica, já que essa tolerância declarada tem a finalidade de oferecer relativo poder de acomodação às movimentações da base e das placas cerâmicas, de compensar a variação de bitola das placas cerâmicas, facilitando o assentamento e de facilitar a troca das placas cerâmicas.

      Qualquer junta de assentamento utilizada inferior a especificada caracteriza mau uso do produto, e segue por conta e risco do consumidor.

      Os produtos granilhados exigem cuidados no assentamento ou limpeza?
      Sim exigem cuidados.
      No assentamento é muito importante aplicar cera líquida incolor na superfície para facilitar a limpeza e ao preencher as juntas, limpar imediatamente a superfície.
      Durante o uso pode ocorrer aderência de resíduos com mais facilidade e apresentar manchas por acúmulo de sujeira, por isso nesses casos, mantenha limpeza frequente, evitando que haja encardimento.
      Portanto, tanto o assentamento quanto a manutenção do produto granilhado é diferente das placas cerâmicas com a superfície brilhante que é a mais comum no mercado.

      Qual a diferença entre as várias juntas citadas pelas normas de assentamento?
      Vamos aproveitar as próprias definições das normas NBR 13753:1996 e NBR 13754:1996:
      Junta de assentamento: espaço regular entre duas placas cerâmicas adjacentes.
      Junta de movimentação: espaço regular cuja função é subdividir o revestimento do piso, para aliviar tensões provocadas pela movimentação da base ou do próprio revestimento.
      Junta de dessolidarização: espaço regular cuja função é separar o revestimento do piso, para aliviar tensões provocadas pela movimentação da base ou do próprio revestimento.
      Junta estrutural: espaço regular cuja função é aliviar tensões provocadas pela movimentação da estrutura do concreto.
      O profissional qualificado deve ser o responsável por verificar a observância dessas juntas durante a obra, e em caso de dúvidas, consultar as normas acima citadas.
      Um defeito muito comum e facilmente visualizado decorrente da não utilização dessas juntas acima citadas é aquele em que se nota a presença de uma trinca que se estende por todas as placas cerâmicas, apenas citando-se um exemplo.

      Existe alguma dica para cortar corretamente a placa cerâmica?
      A dica é sempre utilizar um cortador manual (vídia) ou serra circular novos, e cortar sem aplicar força excessiva.

      Existem cursos para a qualificação do assentador?
      Existem muitos cursos, inclusive, alguns gratuitos, ministrados por entidades como CCB, Aspacer e lojas de materiais de construção.

      Existe norma para assentador profissional?
      Ainda não existe, mas está em fase de criação uma norma específica para o assentador.